38 anos de sucesso!
Relacionamento, casamento são temas frequentemente explorados pelos autores de livros, filmes, novelas, etc, especialmente os problemas relacionados a eles. Aprendemos a pensar em casamento como um peso, uma prisão, nossas brincadeiras revelam isso claramente:
_ Vai pra forca?
_ Quem está dentro quer sair, quem está fora quer entrar!
_ Vai casar mesmo, pense bem, é tempo ainda.
E assim vai, quem nunca fez uma brincadeirinha dessa com um amigo que acabou de anunciar sua importante decisão? Claro que na sequência vem um parabéns, felicidades e tal.
O amor não, o amor tem outro tratamento, o único problema do amor é que ele leva ao casamento. Filme romântico geralmente começa com um solteiro em crise existencial ou recém-divorciado com problemas emocionais, acaba com um encontro apaixonante, muitos beijos, sexo intenso e... casamento. Se o filme começa com casamento, o romance promete ser dramático. O tema não se esgota, apesar de ser antigo e previsível.
Na vida real a gente tenta imitar a arte, buscando o príncipe encantado, criando momentos especiais, vestindo-se de branco numa cerimonia digna de Hollywood, claro com o nosso conhecido e testado limite orçamentário, o que alias leva ao "limite" muitos relacionamentos. A maioria dos casais não casa visando o divorcio, casamos porque acreditamos que será para sempre, mas com o tempo percebemos que "pra sempre" é tempo pra caramba, porque viver a dois é uma arte, e a concepção de arte muda completamente quando você é o artista, sem roteiro ou diretor, você e seu protagonista, improvisando, criando, vislumbrando uma vida feliz, e muitas vezes vivendo historias completamente diferentes.
Conheço vários casais que seguem dando show, não sem dificuldades, mas hoje faço minha homenagem aos meus artistas preferidos, que juntos superam obstáculos todos os dias, renovando o amor que decidiram compartilhar, o amor que solidificaram nestes 38 anos de convivência, dia a dia, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza. Me sinto honrada por fazer parte do elenco deste filme lançado em 02 de Setembro de 1972, numa cerimonia simples na igreja matriz na cidade de Tatui, ele elegante num terno claro, cabelo penteado de lado e cara de galã, ela num vestido branco com saia longa e uma calda discreta, na cabeça um chapéu de abas largas e os cachos de cabelos negros caído sobre os ombros e nas mãos um bouquet de copo de leite, olhos apaixonados e sorriso largo, os jovens deixaram a igreja de braços dados sob o olhar atento dos espectadores e seguiram a vida a dois batendo recordes, construindo uma história de amor e um casamento feliz.
_ Vai pra forca?
_ Quem está dentro quer sair, quem está fora quer entrar!
_ Vai casar mesmo, pense bem, é tempo ainda.
E assim vai, quem nunca fez uma brincadeirinha dessa com um amigo que acabou de anunciar sua importante decisão? Claro que na sequência vem um parabéns, felicidades e tal.
O amor não, o amor tem outro tratamento, o único problema do amor é que ele leva ao casamento. Filme romântico geralmente começa com um solteiro em crise existencial ou recém-divorciado com problemas emocionais, acaba com um encontro apaixonante, muitos beijos, sexo intenso e... casamento. Se o filme começa com casamento, o romance promete ser dramático. O tema não se esgota, apesar de ser antigo e previsível.
Na vida real a gente tenta imitar a arte, buscando o príncipe encantado, criando momentos especiais, vestindo-se de branco numa cerimonia digna de Hollywood, claro com o nosso conhecido e testado limite orçamentário, o que alias leva ao "limite" muitos relacionamentos. A maioria dos casais não casa visando o divorcio, casamos porque acreditamos que será para sempre, mas com o tempo percebemos que "pra sempre" é tempo pra caramba, porque viver a dois é uma arte, e a concepção de arte muda completamente quando você é o artista, sem roteiro ou diretor, você e seu protagonista, improvisando, criando, vislumbrando uma vida feliz, e muitas vezes vivendo historias completamente diferentes.
Conheço vários casais que seguem dando show, não sem dificuldades, mas hoje faço minha homenagem aos meus artistas preferidos, que juntos superam obstáculos todos os dias, renovando o amor que decidiram compartilhar, o amor que solidificaram nestes 38 anos de convivência, dia a dia, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza. Me sinto honrada por fazer parte do elenco deste filme lançado em 02 de Setembro de 1972, numa cerimonia simples na igreja matriz na cidade de Tatui, ele elegante num terno claro, cabelo penteado de lado e cara de galã, ela num vestido branco com saia longa e uma calda discreta, na cabeça um chapéu de abas largas e os cachos de cabelos negros caído sobre os ombros e nas mãos um bouquet de copo de leite, olhos apaixonados e sorriso largo, os jovens deixaram a igreja de braços dados sob o olhar atento dos espectadores e seguiram a vida a dois batendo recordes, construindo uma história de amor e um casamento feliz.
Haverá prova maior de sucesso do que os olhos ainda apaixonados e uma familia cercada de amor?
Viva aos noivos!!
Viva aos noivos!!
Comentários
Postar um comentário